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Lanche saudável – iogurte e cereais

30 Mar

O tempo pode estar a brincar conosco, mas sabemos que, mais cedo ou mais tarde, o sol vai ganhar a batalha e as roupas reduzidas vão tomar conta do nosso armário. Por isso, é melhor começarmo-nos a preparar e, que melhor maneira para começar do que trocar os nossos lanches super calóricos por algo mais saudável (e delicioso!)?

Existem várias maneiras de fazer um lanche delicioso mas, ultimamente, tenho feito estas taças de iogurte (do sabor que quiseres) com cereais. Mistura vários tipo para ficar melhor e, o segredo é: mistura fruta. Kiwi com iogurte é O MELHOR lanche de sempre, o contraste de sabores faz arco-íris na nossa boca. Os morangos são, também uma ótima sugestão.

Vá, vamos lá ficar saudáveis todas juntas?

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@jofivelo

Mas que raio

5 Fev

Há coisas que me irritam e uma delas é a procura da facilidade. Não é que hoje dei por mim a ver mais um filme de alguma forma relacionada com a Cinderela? Mas quantos é que existem? O primeiro que me lembro de ver foi com a Hilary Duff e o Chad Michael Murray (hello!!). Achei-lhe uma certa piada: era o primeiro que tinha visto do género. Depois apareceu um qualquer da Selena Gomez, do qual não me apetece falar. Ora, depois temos o da Cinderela propriamente dito, com a Drew Barrymore.

Annie Leibovitz Cinderella

O Ella Encantada está, decerta foma relacionado e mais uma catrefada deles que me aparecem na Wikipedia e que, decerto não devo ter visto.

Epah, comecem a fazer adaptações de outras histórias.

E PAREM DE CRIAR PROTAGONISTAS TÃO PANHONHAS!

Dito isto, boa noite.

@jofivelo

 

Nice, Angel, Naughty or Brat?

2 Fev

@jofivelo

@BrunaFVMatias

Exames, praxes e afins

31 Jan

Bom dia, mundo. Eu sei, não tenho como me desculpar por ter passado tantos dias sem dar vida ao blog e, bem, estou aqui para me redimir.

Enquanto estive desaparecida do mundo cibernaútico (eu sei que o Facebook e o Tumblr são cibernaúticos), vários temas tiveram, e estão, na “cadeira quente”  (deve haver uma melhor tradução do que esta de “hot sit”, mas o meu cérebro não chega lá).

Primeiro, uma atualização.

Penso que a última vez que vos falei, contei-vos acerca da minha primeira frequência em conjunto com primeira multa (um dia feliz).

Janeiro, para a Universidade de Medicina de Coimbra, é o mês dos exames e, visto todas as cadeiras terem o exame final obrigatório, tenho a dizer que foi um mês de loucos. Na universidade, não querem saber como o fazemos, quanto temos e, honestamente, nem se passamos ou não.

O primeiro exame foi de Anatomia e, nem outra coisa era esperada, era composto por duas avaliações orais (uma com o professor de Anatomia geral e outra com um professor de Anatomia torácica). Nunca estive tão nervosa na vida: num minuto pensava “Eu sei isto, vai correr bem.”, mas no minuto a seguir “Oh bolas, sinto o conhecimento a esvair-se a cada respiração.”.  Mas ele não se esvaiu, pelo menos não completamente.

Os outros exames foram… estranhos. Havia aqueles a que estudava e sabia as coisas e havia aqueles a que, enquanto fazia o exame só pensava :”Mãe de Deus, vou chumbar. VOU CHUMBAR!!”. Mas depois recebia o e-mail e lá vinha uma nota positiva. Por vezes, mais alta do que às disciplinas para que tinha estudado e estava confiante. Inexplicável. Já nos tinham avisado de que havia várias disciplinas às quais passaríamos sem sabermos nada, vá, pouco.

E, tendo acabado os exames, estou de férias. Uma semana, mas já estava a precisar.

Agora, aos temas escaldantes (será esta uma melhor tradução?).

Primeiro vamos lá falar do tema favorito dos jornais, programas da manhã, revistas, blogs e coisas – O acidente do Meco. Chamo-lhe acidente, porque assim acredito que tenha sido, a menos que o martirizado sobrevivente tenha colocado uma arma à cabeça dos outros e os tenha obrigado a se atirarem ao mar.

Eu não sei o que aconteceu e como tal não gosto de inventar histórias. Mas todo o mundo gosta. Tudo o que se sabe é que sete amigos (colegas, whatever) foram passear à beira mar e seis deles foram levados pelo mar. Seis não, sete. Um deles conseguiu sair, conseguiu telefonar e pedir ajuda.

Agora, se lá foram em praxe, porque lhes apetecia passear, porque estavam bêbados, drogados ou qualquer coisa, não sei. E é por isso que não emito julgamentos. Se, deveras, foram em praxe, e se faziam parte do conselho de praxe (ou lá como se chama) sabiam que, em situação de perigo,  poderiam-se recusar a fazer o que quer que fosse. Não acho mas é justo que, o rapaz, homem, que sobreviveu tenha de viver com o pensamento de que seria mais fácil ter ido atrás dos outros e ter lá ficado, no fundo do mar, do que sobreviver para contar a história.

Não gosto de observar a manipulação que é feita pela comunicação social. Odeio. Era suposto haver IMPARCIALIDADE. Mas não há. Consegue-se moldar o pensamento da população mostrando “provas” irrelevantes e testemunhos imparciais.

E tendo dito isto, acho que deixo o resto para outro artigo.

@jofivelo

Vamos lá às resoluções

1 Jan

Um segundo a mais no relógio, um gole de champanhe a mais no estômago, montes de calorias a mais a acumularem-se na ancas, e chega 2014.
O ano Novo é uma altura… mágica. De repente, enchemo-nos de esperança, de ideias, de vontade de fazer coisas, e conseguimos, até, mudar a nossa atitude.
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Nem que seja durante as primeiros semanas do ano.
Acredito que o mês de janeiro seja a altura do ano em que as pessoas são mais ativas, e falo do ponto de vista político, criativo, sentimental… As inscrições nos ginásios sobem em flecha, os bares enchem-se de amigos que já não se vêm à anos, compramos agendas e organizamos todos o nosso ano, minuto a minuto.

E, depois, começamos a ficar ocupados. A preguiça pega -se a nós e faltamos a duas aulas de step, deixamos de responder às mensagens dos nossos amigos de infância e rimo-nos das estúpidas previsões que fizemos e escrevemos na agenda que já não sabemos onde pára.

Por esta altura, estamos em meados de janeiro.
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Mas independentemente do nosso grande falhanço em cumprir as nossas resoluções de ano novo, continuamos a impor a nós próprios aquela pequena lista (por vezes mental) na qual nos comprometemos a mudar o mundo e a nós próprios.
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A minha única explicação possível? Os filhós da avó devem ter algo que nos faz isto. Só pode ser.

E porque não podia faltar, neste novo ano compromete-se a escrever mais artigos, especialmente de opinião; a inscrever-se de novo no ginásio e a contar-vos tudo; a pensar melhor em fazer vlogs de qualidade; a começar a estudar as coisas com um pouco mais de tempo (mas só um pouco).

E vocês? Quais são as vossas resoluções?

@jofivelo

Desejo de sexta: Impressora Polaroid

27 Set

O Instagram já conquistou o mundo, vindo preencher a lacuna deixada na nova Era DIGITAL, que antes era ocupada pelas máquinas Polaroid.

Vamos a um jardim, tiramos uma foto para o Insta; vamos ao Teatro; está um lindo dia de sol; está um terrível dia de chuva; estamos cansados; estamos energéticos; vimos algo único; vimos algo clássico; tudo é razão para tirar fotografias e partilhá-las com o mundo. Mas não sentes a falta do formato real? Do papel? Da fotografia no espelho?

Eu sinto.

E é por isso que esta impressora é perfeita para mim. Desenhada especialmente para imprimir as nossas melhores fotografias do Instagram, funciona por Bluetooth, ou ligando-a diretamente ao computador.

Tem o design típico da marca e imprime em 50 segundos, as tuas melhores fotos.

Não é fantástica?

E tudo para isto:

 

#desejodesexta

@jofivelo

Um dia…Free Hugs Campaign

26 Set

 

Free Hugs Campaign” (Campanha dos Abraços Grátis) é um movimento social que envolve pessoas a oferecer abraços a estranhos em diversos locais públicos.

A campanha começou em 2004 por um homem australiano conhecido pelo pseudônimo “Juan Mann”. O movimento tornou-se internacionalmente famoso em 2006 por causa do videoclip no YouTube de uma banda australiana.

Juann Mann criou a campanha com o objetivo de apenas alegrar pessoas que passavam por ele (que estavam concentradas nos seus afazeres, deixando de parte o resto do mundo) e incentivar a fazer o mesmo com outros. Depois de algum tempo, a polícia  mandou parar, pois caso alguém se magoa-se durante o abraço, eles poderiam ser processados. Mann e alguns dos seus amigos conseguiram uma petição que juntou 10 000 assinaturas e recebeu permissão para continuar a distribuir abraços de graça.

Free Hugs em Portugal

Em 2007, no Porto realizou-se a primeira acção de Free Hugs e fez com que múltiplos sorrisos de espalhassem na “cidade invicta”!

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@BrunaFVMatias

 

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