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Acabei de ler: O Último Segredo, de José Rodrigues dos Santos

3 Mar

Ora aqui está um livro do género que gosto, em teoria.

O livro fala sobre a demanda de Tomás Noronha, um historiador conceitoado,  por Jerusalém, onde auxilia, com bastante disponibilidade, a chefe da policia italiana, Valentina e o chefe da polícia israelita, Grossman, a descobrir quem está por detrás dos três crimes de degulação que teriam ocorrido em três pontos distantes do globo. Vê-se envolvido nesta caça ao criminoso depois de Valentina o chamar ao local onde uma das suas colegas haveria sido morta. Entretanto, à medida que se aproximam do assassino, vão descobrindo uma “pistas” que fazem com que o Professor Noronha desvende vários segredos acerca de Cristo.

Foi uma certa desilusão.

Gostei da parte histórica, da pesquisa, mas os diálogos entre Tomás e Valentina eram demasiado simples e artificias, sendo difícil ao leitor visualizar, mentalmente, as cenas.  Tenho pena que o autor não tenha investido mais em transformar Valentina na mulher que todos os homens querem ter e todas as mulheres querem ser, era demasiado regular e, honestamente, fez-me torcer desde de início para que não ficasse junta com Tomás. Em relação à narrativa, houve uma tentativas de nos levar a acreditar em algo que, para alguém que já conhece  género, sabíamos ser falso desde início.

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Talvez se tivesse ponderado mais sobre o que escreveu e o tivesse lido como leitor, ao invés de autor, teria percebido o quão necessário seria um enriquecimento da narrativa e da história das personagens.

Na minha escala, (o-10), dou-lhe um 6, mais devido às revelações do que à história.

@jofivelo

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Uma novidade

6 Fev

E aqui estou eu a fazer três artigos num prazo de três dias, não, não estou doente, estou só a aproveitar a última semana de férias.

A razão principal deste artigo é para vos preparar para o que aí vem (soou um bocado apocalíptico).

Eu gosto de ler, sempre gostei e espero que sempre vá gostar. Lembro-me de todos os livros que li e guardo-os todos religiosamente, entulhados pelas minhas estantes. Mas comecei a pensar: estes livros merecem mais. Merecem que alguém os leia, que alguém sinta o seu aroma e que se delicie com cada frase, palavra, letra.

Hum, não era maravilhoso que pudéssemos pegar nesses pobres livros e dar-lhes um propósito? Pô-los a andar (não no mau sentido), fazê-los percorrer o país (ou o planeta, quem sabe), fazendo com que duas pessoas se sentem numa mesa de café e falem sobre ele. Sobre as suas personagens destemidas e ferozes, sobre a moral da história, sobre o objetivo do autor…

Seria maravilhoso.

Foi por isso que me lembrei de criar a BookBuddies, uma união dos amantes de livros que detestam ver os seus livros na prateleira a ganhar pó.

A BookBuddies, para além da sua dimensão de partilha e viabilização dos livros tem por objectivo juntar as pessoas e criar encontros improváveis.

Por isso, o que tenho de fazer?

  • Preenches o formulário.
  • Aguardas a tua aprovação no grupo de Facebook, BookBuddies.
  • Pesquisas os livros que estão a viajar no momento.
  • Inscreves-te para seres um dos próximos a receber o livro.
  • Encontras-te com a pessoa que tem o livro no momento.
  • Lês o livro.
  • Passas à pessoa seguinte.

Podes enviar o teu próprio livro, para isso basta seguires as indicações que estão na descrição do grupo do Facebook.

@jofivelo

Acabei de ler “O dia em que te esqueci”, de Margarida Rebelo Pinto

15 Jul

Foi o primeiro livro que li da Margarida. Já tinha ouvido falar dos seus livros e, quando este me foi oferecido por uma das minhas amigas, vi uma oportunidade perfeita para conhecer este autora.

É um livro pequeno, uma carta, em que Margarida explica ao seu antigo amado o longo processo que teve de desenvolver até o conseguir esquecer por completo. Fala do seu enamoramento, da sua entrega, das suas tentativas falhadas em esquece-lo, das suas recaídas, do seu susto quando teve um AVC…8484496

Não é um livro que eu comprasse. Não é que não tenha gostado, não me interpretem mal, mas, sendo uma carta, não tem muita emoção e intriga. Estou habituada a ler livros de Dan Brown e Luís Miguel Rocha, em que cada vírgula gera em nós uma curiosidade tremenda que nos faz devorar um livro de 400 páginas num ápice.

Mas, apesar de tudo isso, é um livro para pensar. Faz-nos deliberar e ponderar acerca da nossa vida e da nossa entrega aos outros. Alerta-nos para certos casos e certas pessoas com as quais nos possamos relacionar. Ajuda-nos a separar amar de gostar, querer de conseguir, etc.

Dar-lhe-ia nota 5 em 10. 

@jofivelo

Acabei de ler “O Labirinto da Rosa”, de Titania Hardie

5 Jul

O Labirinto da Rosa é um romance com referências históricas ao tempo dos Tudors e de William Shakespear, em que seguimos a demanda de Lucy King e Alex Stanford.

Depois do achado de uma misteriosa chave e de um conjunto de enigmas, Lucy, uma jornalista profissional (que devido a motivos de saúde teve de parar durante algum tempo) e Alex, um médico de renome, decidem investigar um pouco mais e tentar descobrir de que modo eles os dois estão relacionados com o mistério.

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O livro é muito emocionante e, como extra, traz o conjunto de enigmas que as personagens vão encontrando. Lê-se facilmente, não tem vocábulos muito difíceis.

Apesar disso, para mim, o fim foi pouco conclusivo e, honestamente, não sei se percebi bem o segredo que os enigmas escondiam. As personagens são, praticamente todas, planas o que faz com que a emoção diminua. Titania é uma boa escritora, mas gostaria que a imprevisibilidade inicial se mantivesse até ao fim do livro.

De 1 a 10, dar-lhe-ia nota 6.

(Também é preciso denotar que as minhas leituras habituais giram à volta de Dan Brown).

@jofivelo

Este livro anda-me a tirar horas de vida!

4 Maio

Ora é a personagem que pensava ser a principal que morre, ora é a protagonista que é raptada depois de um transplante de coração, ora é o estapafúrdio do Alex que a deixa sozinha.

Uma pessoa já não sabe se há-de ler isto de uma vez se há-de ler aos bocados para durar mais. É um misto de emoções que me incomodam, tendo em que conta que é só um livro.

Mas acho que isso deve ser bom. Quer dizer, o livro é bom o suficiente para me deixar preocupada com as personagens que são total e completamente fictícias. Ok, o livro é ótimo, tem tudo o que aprecio – romance, mistério e intriga – mas a Dona Titania Hardie podia ter mais calma com aquilo que faz com as personagens. Tenho dito!

P.S. – Resolvi não dizer o título do livro não vá uma de vocês querer lê-lo e depois apanha uma desilusão porque já sabia o que ia acontecer.

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Qual é o teu autor favorito?

23 Abr

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Acabei de ler “A Mentira Sagrada” de Luís Miguel Rocha

26 Mar

O primeiro escritor português no top do New York Times Luís Miguel Rocha, caso ímpar de sucesso internacional, lançou o seu livro A Mentira Sagrada, em 2011.
Chegaram a chamar-lhe «o Dan Brown português», mas o percurso de Luís Miguel Rocha já dispensa comparações. Foi o primeiro escritor português a atingir um lugar no mítico top do The New York Times, já vendeu mais de meio milhão de livros e está editado em mais de trinta países.
O sucesso internacional de Luís Miguel Rocha começou com O Último Papa, uma obra que em Portugal atingiu a respeitável marca de 50 mil exemplares vendidos, e que nos Estados Unidos alcançou a categoria de best-seller, ao entrar para o top do The New York Times. Mais de meio milhão de livros depois, as qualidades do escritor português são reconhecidas em todo o mundo. Está ligado a algumas das mais prestigiadas editoras – como a Penguin, nos EUA – e publicado em países como Inglaterra, Itália, Espanha, Turquia, Roménia, Canadá, Brasil, China, Japão, Austrália, Nova Zelândia, Ilha Formosa ou Líbano.

Será que Jesus foi mesmo crucificado? Terá tudo acontecido como a Bíblia descreve? Na noite da sua eleição para o 24-03-11_LMR_AMentiraSagradaTrono de São Pedro, o Papa Bento XVI, como todos os seus antecessores, tem de ler um documento antigo que esconde o segredo mais bem guardado da História – a Mentira Sagrada. Em Londres, um Evangelho misterioso na posse de um milionário israelita contém informações sobre esse segredo. Se cair nas mãos erradas pode revelar ao mundo uma verdade chocante. Rafael, um agente do Vaticano, é enviado para investigar o Evangelho… e descobre algo que pode abalar não só a sua fé mas também os pilares da Igreja Católica. Que segredos guardará o Papa? E que verdade esconde o misterioso Evangelho?

Luís Miguel Rocha nasceu na cidade do Porto em 1976, onde mora atualmente, depois de passar dois anos em Londres. Foi repórter de imagem, tradutor e guionista; hoje em dia dedica-se em exclusivo à escrita. A Mentira Sagrada é o seu quinto livro, depois de Um País Encantado (2005), O Último Papa (2006), Bala Santa (2007) e A Virgem (2009). As suas obras estão publicadas em mais de 30 países e foi o primeiro autor português a entrar para o top do New York Times. O Último Papa, best-seller internacional, vendeu mais de meio milhão de exemplares em todo o mundo.
Mais informações em: www.luismiguelrocha.com e www.facebook.com/luismrocha

Estas foram algumas das críticas feitas à sua obra:

“Ele cometeu o pecado de escrever de forma interessante e vigorosa criando no leitor a vontade, diria até o desejo, de ler até ao fim.” Nuno Santos, RTP
“Aviso: não comece sequer a ler… se não tiver pela frente umas horas livres. Vai ser muito difícil parar sem ser no fim… Não recomendável aos fracos de coração… ou débeis na fé.” João Paulo Sacadura, TVI
“Depois de Luís Miguel Rocha, o Vaticano ficou mais próximo de Portugal e do Mundo, da nossa compreensão e da nossa incompreensão – só tenho a agradecer-lhe.” Rita Ferro, escritora
“O Vaticano que se cuide! Este livro é imperdível.” Eric Frattini, escritor.

Um livro que nos faz perder a noção do tempo, maravilhoso e que causa um burburinho que pode iniciar muitas conversas.

DIVERTE-TE!

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