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Inverno Conimbricense

3 Jan

Four days in London – Day 3

17 Nov

Por esta altura já estávamos a gastar os nossos últimos minutos numa das mais agitadas cidades do mundo.

Este dia foi usado para visitar locais que se encontravam fora das zonas dos nossos roteiros anteriores.

Começámos cedo o dia (pudera, com janelas que não tinham nada que bloqueasse totalmente a luz!) e, como havíamos decidido no dia anterior, fomos comprar bilhetes para o autocarro turístico (com guia audio, a possibilidade de sair e entrar as vezes que quiséssemos ao longo de 24 horas e de comprar os bilhetes do Madame Tussauds em conjunto ficando mais barato e evitando as filas no museu).

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A primeira paragem do dia foi perto do Kensington Park (onde foi construído o Kensington Palace, onde vivem os duques de Cambridge) – na Palace Gate.

A ideia era atravessar o parque, segui-lo até ao fim para oeste, de modo a encontrar a Portobello Road, onde, todos os sábados de manhã, se realiza o Portobello Market. Mas já lá vamos.

À medida que fomos atravessando o parque, vimos que era possível visitar o Palácio e passear pelos seus jardins (OMD). E foi isso que fizemos. O interior era fino e a loja de souvenirs era bastante interessante. Mas o ponto alto do Palácio são mesmo os seus jardins: maravilhosamente aparados, com cores, arcos e lagos. Um conto de fadas.

A caminhada até Portobello Road foi longa e meio emaranhada, pois a zona não estava no mapa que tínhamos do autocarro. Lá tentámos perguntando aos polícias e seguindo atrás da multidão e, por fim, chegámos ao destino. A principal motivação para ir a tal sítio, aparentemente, remoto, foi a venda de máquinas fotográficas antigas (mesmo antigas) e instantâneas. E depois, é claro, num lugar como estes não vimos só aquilo que estamos à espera: os artistas de rua embelezam qualquer mercado e a multiplicidade de culturas faz-nos sentir cidadãos do mundo.

A corrida, a seguir foi para o parque, de novo, onde iríamos almoçar (nesse dia decidimos ir ao supermercado e fazer sandes). De novo, uma experiência única e espantosa, quando observamos as pessoas que andam pelo parque.

À tarde, o grupo dividiu-se em dois – os que iam ao Madame Tussauds  e os que iam ao HMS Belfast (um navio de guerra). Adivinhem a que grupo pertencia. 🙂 A tarde no Madame foi fantástica. É engraçado ver as alturas e proporções dos nossos ídolos em relação a nós – conclusão: toda a gente é mais alta do que nós! No museu tivemos, também, a oportunidade de ir a diversas atrações, tais como ” A Câmara dos Horrores” e a experiência 4D da Marvel. A Câmara foi hilariante: fomos as duas, cheias de medo, a garradas uma à outra de mão dada, e a Bruna passou o caminho todo: “Aiii! Aiii! Não gosto nada disto! Vai à frente! O que é istooo? Ah!!!”. Ahahah! 😀

A experiência 4D foi… intensa! Desde levar com os salpicos de água quando alguém caía numa fonte ou sentir uma facada do Wolverine nas costas, sensações não faltaram (só espero que não se lembrem de nos fazer usar o sentido olfato).

Uma fotografia (ou 50) com as nossas celebridades preferidas (ou nem por isso), um ou dois sustos e outro tanto de salpicos e facadas e de volta ao autocarro para ir encontrar o resto do grupo junto à Tower Bridge (junto à Tower of London).

Ora, andar num autocarro panorâmico é giro. Mais giro é começar a chuviscar. Mais giro ainda é eu dizer: “Encontramo-nos na paragem 27 da tour.” e encontrar o grupo em sentido contrário ao suposto, enquanto a ponte se preparava para abrir e começava a chover mais intensamente. Idealmente e porque toda a gente (aparentemente, nem toda) sabe como imprevisível é o tempo londrino, seria irmos com casacos com gorro e/ou chapéus de chuva para uma ocorrência destas, mas não: o pessoal gosta de viver com emoção.

Entrámos no nosso próximo meio de transporte – o barco. Embarcámos no cais junto à Tower Bridge e saímos junto às Casas do Parlamento. O caminho até ao hotel foi feito a pé. Algo espetacular se, depois de fazermos a viagem de barco, não começasse a chover a sério. Mas a sério mesmo. Tão a sério que sentíamos a água a chegar aos ossos. Para melhorar a história, a modo que nos perdemos e fomos dar “uma ganda volta”. O que seria ir a Londres sem apanhar uma molha?

Há noite estávamos tão cansados e ensopados que decidimos comer no hotel. Fomos então comprar uns Kebab’s que, Oh Meu Deus, eram do melhor. Eram mesmo bons. Mesmo. Eram tão bons que, por vezes, ainda sonho com eles.

Sim, fui a Londres e venho para casa a sonhar com um Kebab. Vá-se lá entender.

@jofivelo

Pelos caminhos de Portugal…

13 Set

… eu vi tanta coisa linda…

Bom dia!!!

As nossas férias começaram com a viagem a Londres (que podes ver aqui e aqui), mas, para além daqueles 4 dias, o nosso Verão foi repleto de sol, calor e praia.

Em Agosto, fomos para uma casa numa praia perto, com umas amigas, durante uma semana. Nunca o tinha feito e foi bem divertido. Ter tanta rapariga debaixo de um teto só pode ser um risco, mas nós lá nos ajeitámos e tudo correu bem (bem, só raparigas mas com um rapaz que se deslocava à casa para nos fazer o jantar 😉 ).

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All about friends

Nessa semana, as minhas amigas constataram que eu faço muitas vezes isto – no vídeo em baixo – e tentaram fazê-lo também!

Quando a semana chegou ao fim, foi tempo de ir ao festival Bom Sucesso Summer Fest ver o Richie Campbell. Foi uma experiência… interessante. Primeiro: o caminho da estrada principal para o recinto era escuridão total:

Segundo: chegando lá, as amigas com quem me iam encontrar estavam… alegres, e passavam todo o tempo na casa de banho deixando-me sozinha com uma coleção de pessoas que nunca tinha visto na vida. O que me valeu foi a simpatia de alguns 😀

Na semana seguinte, estreava o filme This is Us. A Bruna queria muito ir vê-lo e, como sempre, não queria ir sozinha então, como boa prima que sou, decidi acompanhá-la (a ela e a uma amiga) ao cinema e correr o risco de ficar surda com o nível de decibéis atingido pelas Directioners – eventualmente acabei por me juntar a elas. 🙂 O filme foi interessante e mostrou uma perspetiva diferente ao nosso olho: a perspetiva deles. 

Aproveitando a presença da festa VIP (da revista VIP) na “nossa praia”, demos lá um saltinho.

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No domingo seguinte, visto ser um dia de grande confusão na praia, fomos dar uma volta a um lago que existe na zona, aproveitando para levar os nossos dois cãezinhos bebés.

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O ponto alto das nossas férias em Portugal foi o Budah Éden, no Bombarral. É um sítio extremamente relaxante e bonito, com centenas de estátuas nunca vistas. Passámos uma manhã inteira no jardim (para aproveitar bem o sítio) e depois aproveitámos a viagem para visitar Peniche (aonde já não ia desde os meus seis, sete anos). Entrámos no forte para ver a paisagem, demos umas voltas e andámos a cuscar as janelas partidas. Realmente, é uma pena não aproveitarem aqueles espaços para visitas, ou encenações. #SeEuMandasse

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E tu? Por onde andaste?

Twitta-me para @jofivelo, com #PelosCaminhosDePortugal

Four Days in London – Day 2

29 Ago

Este dia foi apelidado de dia do Buckingham Palace.

Acordámos bem cedo para aproveitarmos ao máximo cada momento nesta maravilhosa cidade. Demos um glance ao mapa (um dos nossos maiores e melhores aliados) e traçámos o plano: apanhar a rua do Buckingham Palace e segui-la até ao fim. O caminho não foi muito grande (e, se fosse, não fazia diferença porque, sabem, estávamos em LONDRES!!).

Quando passámos o portão, foi como se tivéssemos entrado num cenário que só vemos na televisão, onde príncipes e princesas acenam na sua carruagem, depois de se unirem para serem felizes para sempre…. (Talvez devesse deixar de ver tão intensamente Once Upon A Time)

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O palácio era inacessível (as portas só abriam aos visitantes no dia a seguir), mas a sua magistralidade e imponência eram sentidas mesmo de fora dos portões. Quatro “soldadinhos de chumbo” guardavam a entrada principal, com os seus casacos vermelhos e o seu chapéu de pelo de urso negro (pobres animais).

O render da guarda era às 11h, então ficámos pelas redondezas, para ver um dos mais famosos espetáculos gratuitos de Londres. Aproveitámos para tirar fotografias (muitas fotografias) e para passear um pouco pelo Green Park (que tem este nome por não ter flores).

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Depois do espetáculo dos soldadinhos (sim, vou chamar-lhes isto até ao fim), atravessámos o Green Park até Wellington Arch. Daí seguimos em direção a Picadilly Circus (que tínhamos visitado no dia anterior), de modo a passar em frente ao Hard Rock Café (o primeiro no mundo). Por esta altura já estávamos com a barriga a dar horas e procurámos um sítio para almoçar. Acabámos por escolher a Prêt-à-Manger, que tem uma grande variedade de sandes, sopas e fruta prontas a comer e orgânicas.

Voltámos ao Green Park, sentámo-nos na relva (algo obrigatório a fazer quando se vai a Londres) e toca a almoçar. Curiosamente, este foi um dos momentos que mais gostei da viagem. Estranho? Eu explico. Naquele parque estavam sentados todos os tipos de pessoas: gordas, magras; idosos, crianças; executivos, operários; mulheres, homens; africanos, asiáticos, americanos, europeus, australianos… tudo! O que era bastante fascinante: como é que pessoas tão diferentes se encontram todas no mesmo sítio, à mesma hora?… Os executivos são os mais interessantes de observar. Chegam, de saco na mão, abrem um guardanapo, para não sujarem as calças, tiram o blazer, tiram a gravata, abrem um ou dois botões da camisa, sentam-se e tiram os sapatos. Descontração total.

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Depois de almoço, é hora do… café – basicamente, uma desculpa para ir ao Starbucks.

E foi depois do Starbucks, que isto aconteceu:

Estávamos, sem dúvida, animadas.

A tarde estava guardada para o Hyde Park que, com 350 hectares, não se via muito rapidamente. Mais uma vez, portões imponentes e majestosos, dão acesso a um dos mais famosos parques da cidade. Tal deve-se, não só à sua vasta área, mas também à multiplicidade de atividades que este permite fazer: equitação, andar de barco, nadar, etc.

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Procurámos, então, o famoso lago, The Serpentine, que ocupa a zona central do parque. Daí foi seguir para o memorial da Princesa Diana. Aí, somos convidados a tirar os sapatos e a relaxar, pondo os pés na água e realizando o circuito da fonte (o que foi bastante relaxante, depois de andar o dia todo).

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Com os pés rejuvenescidos a próxima paragem era no Museu de História e Ciência Natural, um dos meus locais must-see (NERD). O interior é super interessante e bonito, só gostava de ter estado com mais energia para o aproveitar a 100%.

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Ponderámos um pouco sobre o que iríamos visitar a seguir e decidimo-nos pelo Harrods. Ora, o que é o Harrods? É o paraíso. Neste armazém encontramos as melhores marcas do mundo. E quando digo melhores, quero dizer MELHORES. Channel, Dior, Versace, digam um nome e ele está lá. A passagem pela secção de sapatos é obrigatória e recomendo, vivamente, que leves um rapaz contigo, porque, caso contrário, ficas lá presa para o resto da vida, agarrada a um Louboutin. Outro local perigoso é a zona dos vestidos de gala – OH MEU DEUS!

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Depois desta injeção de luxo, comprámos os bilhetes para o autocarro C1 que nos deixava em Victoria Station. Tudo teria corrido bem, se não tivéssemos saído na paragem a seguir à suposta. Mas tudo se resolveu.

O jantar foi no famoso restaurante Nando’s que era um paragem, também, obrigatória para qualquer directioner (não é Bruna?). O comer é verdadeiramente bom e aquele frango parece saído do café daqui da minha terra.

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Quem diria que os ingleses gostavam tanto de frango assado?

@jofivelo

Locker Bridge

8 Ago

Já todas nós ouvimos falar da famosa locker bridge em Paris, e como (ainda) não tivemos oportunidade de a visitar quando lá estivemos decidimos mostrar-vos uma versão mais pequenina, em Londres. A Ponte do Jubileu já começa a ter uma decoração extra (vários cadeados)! De certo que não se compara com a de Paris, mas pouco não há de chegar para tal acontecer… Mensagens de amor, amizade, podemos ver de tudo!

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Sim, a diferença é nítida!

E não é que depois de um tempo de entusiasmo (nunca tínhamos visto tal) encontrámos isto:

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Até podia ser nosso…

E tu, já algumas vez deixaste a tua marca numa ponte?

@BrunaFVMatias

Four days in London – Day 1

6 Ago

Desde muito pequenas que falávamos em visitar esta capital europeia. Depois de algumas tentativas falhadas em convencer os nossos pais de que ir a Londres era um investimento, tivemos sucesso.

Começámos por investigar os preços nos sites de viagens e hotéis, mas depois descobrimos que seria mais vantajoso reservar através de uma agência de viagens. Não queríamos gastar muito dinheiro na viagem e estadia, pois sabíamos que íamos passar pouco tempo no hotel e queríamos estar à vontade nos gastos que faríamos na cidade (principalmente, depois de saber que, na Oxford Street, existe uma Primark com dois andares – um sonho).

De modo a aproveitar ao máximo os quatro dias e visitar todos os nossos pontos de interesse, pesquisámos na internet e em guias, e fizemos roteiros, separados por zonas da cidade, para que pudéssemos poupar dinheiro nos transportes e andar a pé.

(Se queres fazer o teu próprio roteiro, como nós, visita o site da Time Out London e da Visit London.)

Para que não nos perdêssemos, logo no primeiro dia, fomos ao Google Maps e usámos a ferramenta Street View. Vimos logo o trajeto que teríamos de fazer da estação dos autocarros (que nos levam do aeroporto à cidade) ao hotel, e digo-vos que foi uma das melhores ideias que tivemos, pois chegámos lá sem hesitações pelo caminho. (Yey!!)

Dia 1 

5:00h – Ainda o sol não se tinha erguido, já nós andávamos a

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A esta hora estava a caminho do aeroporto.

pôr as malas nos carros. Tratámos dos últimos preparativos, verificámos se tínhamos tudo o que era necessário e fizemo-nos à estrada.  O nosso voo era às nove, logo tínhamos de estar no aeroporto com duas horas de antecedência.

7:00h – Chegada ao Porto. Decidimos deixar os carros num parque privado low cost, que tinha um serviço de transporte para e do aeroporto. Ficou por volta de 5€/dia.

Entrámos no aeroporto (sem saber bem para onde ir) e dirigimo-nos ao primeiro ponto de controlo – o controlo das malas. Tirámos casacos, lenços e pusemos as malas numas caixinhas para serem observadas. Passámos sem, quase, nenhum percalço (uma de nós, adivinhem lá qual, fez o detetor de metais apitar).

Fomos, então, para o segundo ponto de controlo – o controlo dos passaportes. Visto que somos cidadãs de um país pertencente à União Europeia e nos dirigíamos para um país que, também, pertencia à UE, apenas tivemos de apresentar o nosso bilhete e o nosso Cartão de Cidadão.

Agora só restava esperar pela chegada do avião que nos iria levar a Londres (yupiii!!).

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E aí está ele – o nosso avião.

Embarcámos com cerca de 40 minutos de atraso, num voo da Ryanair que tinha prevista uma duração de pouco mais de duas horas.

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O batismo de voo 🙂

12:00h – Chegada ao aeroporto de Stansted. A saída do aeroporto foi… caótica. Seguimos atrás da multidão, mas, quando chegámos ao que parecia ser um terminal de metro, ficámos baralhados. Parecíamos umas baratas tontas: “É para aqui!”, “Não é nada! O homem em Portugal não disse nada acerca de um metro.”, “Mas não há mais nenhuma saída!”. E lá nos decidimos a entrar no “metro” (na verdade, era apenas uma carruagem de metro, sem ninguém a conduzir.)

Acabámos por não almoçar propriamente neste dia. Comprámos umas sandes no aeroporto e fomos para os terminais de autocarro.

13:30h – Chegada a Victoria Station. Este era o nosso ponto de referência para tudo. Era perto do hotel e, a partir daqui, podíamos ir para qualquer sítio, pois era um dos sítios onde mais autocarros passavam.

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A – Victoria Station, B – Hotel

Fomos deixar as malas ao hotel e pusemo-nos logo a explorar Londres. Mas primeiro, claro, tínhamos de ir encontrar uma loja portuguesa – Delícias de Portugal.

Como estávamos ansiosas por começar, fizemo-nos à estrada, tendo por destino a Abadia de Westminster (famosa pelo casamento da Kate e do William, apesar de já ter albergado 16 casamentos reais). A abadia é majestosa e imponente, realçando fortemente os valores reais. Não imaginaria melhor sítio para a união do casal mais famoso do mundo.

A Abadia (ou a parte de cima dela)

A Abadia (ou a parte de cima dela)

De seguida, por que é perto da Abadia vimos as casas do parlamento e o seu icónico relógio apelidado, equivocamente, de Big Ben. As fotos da praxe e seguimos para a outra margem do rio, pela ponte de Westminster, para ir passar ao lado do London Eye.

Depois de mais uma quantidade incerta da fotos, voltámos à margem de Londres de onde havíamos partido, usando a Ponte do Jubileu – que é exclusiva a peões. Mais uma e outra fotografia à magnífica paisagem e lá vamos nós, em direção à Trafalgar Square. Esta praça é uma das mais famosas da cidade, tendo no seu centro uma estátua de Nelson (morto na batalha de Trafalgar) protegida por quatro grandes leões de metal. Do lado de trás da coluna encontra-se a Galeria Nacional, que tem entrada gratuita.

Picadilly Circus, a Times Square de Londres era o próximo destino do nosso roteiro. Estando lá e aprendendo a lidar com a confusão, fomos pedir a um senhor que nos indicasse o M&M World – o sítio mais louco de sempre! Deviam ver a quantidade de M&M que existiam nas paredes! Um ponto obrigatório, sem dúvida!

Seguimos até ao fim da rua, para dar uma espreitadela no Ritz. O jantar foi passado num restaurante português – O Sporting – com os amigos portugueses emigrados no Reino Unido. Depois, fomos mimados com uma tour noturna pela cidade com paragens no estádio do Chelsea, Big Ben e London Eye.

Porque afinal de contas, somos portugueses, pá!

@jofivelo e @BrunaFVMatias

Foi o Porto, carago!

22 Jul

Quantas vezes temos a oportunidade de visitar as nossas cidades como turistas?

Sempre que ia ao Porto era para ir a um lugar específico, nunca para visitar a cidade. Desta vez, como o nosso objetivo era ir ao Marés Vivas, aproveitamos para deambular pelas ruas da Invicta.

De mapa na mão e GPS ativado no telemóvel, misturei-me na salada de nacionalidades que visitava o Porto e tornei-me uma turista. Da Afurada à ponte D. Luís (sempre a pé), ao teleférico (se aquilo se soltasse!!), ao centro histórico e à Rua do Ouro, não houve monumento que nos escapasse.

Pelo caminho encontrámos algumas das maiores jóias do Porto como uma loja de decoração com os melhores artigos de SEMPRE, ou uma livraria do século XIX e, claro, a Torre dos Clérigos.

No final de contas, fizemos 10 km a pé (e, para aí, 500 m de teleférico e outros tantos de barco), mesmo antes de irmos para o Marés.

O Festival foi brutal e o concerto que queria ver não podia ter sido melhor (30 Seconds To Mars) – pena foi ter muitas pessoas altas à minha frente. A banda consegue sempre dar concertos magníficos e únicos, dando a oportunidade ao público de se tornar parte da banda.

Estava a precisar de um dia assim.

@jofivelo

(Camisola e calças da Tiffosi)

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