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Vídeo mais divertido de sempre

21 Set

A Internet é uma má influência. Não tínhamos ideias para vídeos novos, então andámos “à pesca” de ideias. Descobrimos o desafio do Chubby Bunny, e foi assim que correu:

@jofivelo

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Ah e tal, tenho um vídeo novo…

13 Set

40 coisas banais e ligeiramente tolas, sobre mim.

@jofivelo

Four Days in London – Day 2

29 Ago

Este dia foi apelidado de dia do Buckingham Palace.

Acordámos bem cedo para aproveitarmos ao máximo cada momento nesta maravilhosa cidade. Demos um glance ao mapa (um dos nossos maiores e melhores aliados) e traçámos o plano: apanhar a rua do Buckingham Palace e segui-la até ao fim. O caminho não foi muito grande (e, se fosse, não fazia diferença porque, sabem, estávamos em LONDRES!!).

Quando passámos o portão, foi como se tivéssemos entrado num cenário que só vemos na televisão, onde príncipes e princesas acenam na sua carruagem, depois de se unirem para serem felizes para sempre…. (Talvez devesse deixar de ver tão intensamente Once Upon A Time)

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O palácio era inacessível (as portas só abriam aos visitantes no dia a seguir), mas a sua magistralidade e imponência eram sentidas mesmo de fora dos portões. Quatro “soldadinhos de chumbo” guardavam a entrada principal, com os seus casacos vermelhos e o seu chapéu de pelo de urso negro (pobres animais).

O render da guarda era às 11h, então ficámos pelas redondezas, para ver um dos mais famosos espetáculos gratuitos de Londres. Aproveitámos para tirar fotografias (muitas fotografias) e para passear um pouco pelo Green Park (que tem este nome por não ter flores).

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Depois do espetáculo dos soldadinhos (sim, vou chamar-lhes isto até ao fim), atravessámos o Green Park até Wellington Arch. Daí seguimos em direção a Picadilly Circus (que tínhamos visitado no dia anterior), de modo a passar em frente ao Hard Rock Café (o primeiro no mundo). Por esta altura já estávamos com a barriga a dar horas e procurámos um sítio para almoçar. Acabámos por escolher a Prêt-à-Manger, que tem uma grande variedade de sandes, sopas e fruta prontas a comer e orgânicas.

Voltámos ao Green Park, sentámo-nos na relva (algo obrigatório a fazer quando se vai a Londres) e toca a almoçar. Curiosamente, este foi um dos momentos que mais gostei da viagem. Estranho? Eu explico. Naquele parque estavam sentados todos os tipos de pessoas: gordas, magras; idosos, crianças; executivos, operários; mulheres, homens; africanos, asiáticos, americanos, europeus, australianos… tudo! O que era bastante fascinante: como é que pessoas tão diferentes se encontram todas no mesmo sítio, à mesma hora?… Os executivos são os mais interessantes de observar. Chegam, de saco na mão, abrem um guardanapo, para não sujarem as calças, tiram o blazer, tiram a gravata, abrem um ou dois botões da camisa, sentam-se e tiram os sapatos. Descontração total.

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Depois de almoço, é hora do… café – basicamente, uma desculpa para ir ao Starbucks.

E foi depois do Starbucks, que isto aconteceu:

Estávamos, sem dúvida, animadas.

A tarde estava guardada para o Hyde Park que, com 350 hectares, não se via muito rapidamente. Mais uma vez, portões imponentes e majestosos, dão acesso a um dos mais famosos parques da cidade. Tal deve-se, não só à sua vasta área, mas também à multiplicidade de atividades que este permite fazer: equitação, andar de barco, nadar, etc.

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Procurámos, então, o famoso lago, The Serpentine, que ocupa a zona central do parque. Daí foi seguir para o memorial da Princesa Diana. Aí, somos convidados a tirar os sapatos e a relaxar, pondo os pés na água e realizando o circuito da fonte (o que foi bastante relaxante, depois de andar o dia todo).

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Com os pés rejuvenescidos a próxima paragem era no Museu de História e Ciência Natural, um dos meus locais must-see (NERD). O interior é super interessante e bonito, só gostava de ter estado com mais energia para o aproveitar a 100%.

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Ponderámos um pouco sobre o que iríamos visitar a seguir e decidimo-nos pelo Harrods. Ora, o que é o Harrods? É o paraíso. Neste armazém encontramos as melhores marcas do mundo. E quando digo melhores, quero dizer MELHORES. Channel, Dior, Versace, digam um nome e ele está lá. A passagem pela secção de sapatos é obrigatória e recomendo, vivamente, que leves um rapaz contigo, porque, caso contrário, ficas lá presa para o resto da vida, agarrada a um Louboutin. Outro local perigoso é a zona dos vestidos de gala – OH MEU DEUS!

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Depois desta injeção de luxo, comprámos os bilhetes para o autocarro C1 que nos deixava em Victoria Station. Tudo teria corrido bem, se não tivéssemos saído na paragem a seguir à suposta. Mas tudo se resolveu.

O jantar foi no famoso restaurante Nando’s que era um paragem, também, obrigatória para qualquer directioner (não é Bruna?). O comer é verdadeiramente bom e aquele frango parece saído do café daqui da minha terra.

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Quem diria que os ingleses gostavam tanto de frango assado?

@jofivelo

A opinião de Diogo Morgado

12 Ago

Foi a vez do ator ver o filme “A Gaiola Dourada”.

No seu facebook, postou o seguinte estado, dando os parabéns ao realizador, Rúben Alves, e aos atores por fazerem um filme para o público, algo em falta no cinema português.

Aqui tens o estado:

“É ESTE O RUMO A SEGUIR…

Há anos que digo que o cinema Português tem de ser mais variado e ter mais em conta o Publico.
O nosso Cinema é o resultado de décadas de subsídios “aos mesmos” em que sempre foi absolutamente indiferente se os filmes teriam publico ou não e muito menos se o publico gostaria ou não, desde que os “amigos” críticos continuassem a aclamar o que aparentemente apenas eles percebiam.
Não digo com isto que se tenha de estupidificar a dramaturgia do nosso Cinema e muito menos que se perca a nossa característica de Cinema português, mas há que criar um compromisso.
É por isso que aplaudo de pé Ruben Alves que pela primeira vez desde que me lembro conseguiu com “A Gaiola Dourada” o que parecia ser impossível, levar publico a um filme português, sobre portugueses ainda por cima no mês de Agosto. 
Depois do sucesso estrondoso fora de Portugal, este verdadeiro balão “dourado” de Oxigénio chega ao nosso beira mar plantado.
Quero apenas acrescentar a excelência dos nossos actores neste filme, a nossa querida Maria Vieira é única, a Rita Blanco consegue arrancar de cada um nós o pulsar de orgulho que nos corre nas veias lusitanas com a sua Ilustre Empregada de Limpezas e por fim o grande Joaquim de Almeida que muitas vezes subestimado mostra aqui o porquê que só um verdadeiro actor consegue a carreira de excelência que ele tem.
Por tudo isto, recomendo a todos a que vão assistir este filme e GARANTO que não se vão arrepender.
Um grande e forte aplauso à “GAIOLA DOURADA””

@jofivelo

Virámo-nos para os Vlogs

7 Ago

@jofivelo

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